minha, quantas já te disse:
não contes anedotas à grande público,
esperando risadas escancaradas
mas insistes:
no riso obsceno do coletivo
se te ardes o peito,
não bebas a água,
engodo de água é saciar a tua sede,
que apenas se rendem em tua bexiga,
urinas amareladas.
gostas de te ver esvair em cores que teu corpo libera,
isso sei
pena que não formules o verde oceânico
que ver/teia o teu além mar,
apenas o ocreverde-musgo-marrom,
do teu excremento
és o que tu tens agora minha míscar,
te enganas de uma forma tão doce e lasciva,
que só compete a mim te desarticular.
eu, que primo pela angústia do teu sofrimento,
ao invés de permiti-la,
apenas seguir em falso riste
eu que te curvo, te tombo e te dobro,
para ver-ter-te humana e minha
porque és condicionalmente
e porque consentistes uma única vez
lembras?
pois me basta
não retrocedes!
não teime-tolices
apostes no sentido
em que todo sentido se des-faz
lá te re-articulas
lá te espero para te amá-la
transforma-te em mulher,
antes que te apodreças
chegada a hora de obedecer as tuas regras
pois quando desce a terra
não contes anedotas à grande público,
esperando risadas escancaradas
mas insistes:
no riso obsceno do coletivo
se te ardes o peito,
não bebas a água,
engodo de água é saciar a tua sede,
que apenas se rendem em tua bexiga,
urinas amareladas.
gostas de te ver esvair em cores que teu corpo libera,
isso sei
pena que não formules o verde oceânico
que ver/teia o teu além mar,
apenas o ocreverde-musgo-marrom,
do teu excremento
és o que tu tens agora minha míscar,
te enganas de uma forma tão doce e lasciva,
que só compete a mim te desarticular.
eu, que primo pela angústia do teu sofrimento,
ao invés de permiti-la,
apenas seguir em falso riste
eu que te curvo, te tombo e te dobro,
para ver-ter-te humana e minha
porque és condicionalmente
e porque consentistes uma única vez
lembras?
pois me basta
não retrocedes!
não teime-tolices
apostes no sentido
em que todo sentido se des-faz
lá te re-articulas
lá te espero para te amá-la
transforma-te em mulher,
antes que te apodreças
chegada a hora de obedecer as tuas regras
pois quando desce a terra
é que o céu se con-verte o arco-íris,
que almejas em tuas cores.
que almejas em tuas cores.
