quando criança lhe assombrava um certo troço:
Aquilo de disco, voando céu a fora, desobedecendo leis físicas, medonho era.
Tinha-lhe assim certo pânico.
Dos seres se falavam muito: abduções imensas, experiências deslumbrantes, universo afora.
Depois dormia encolhidinha, pequitita, mentalizando bem forte ficar invisível para que eles não viessem buscá-la.
Depois de mais grande sonhou: era um etzinho bem verde, baixinho, desses de desenho animado e antena na cabeça. Ele viera lhe dizer certa coisa (um pouco esdrúxula talvez):
- Meu nome é espiropolus ópolus
Ela acordou gargalhando e foi-se embora o medo.
Pensou assim: Nomeia a coisa e a conhece.
Pois é.. besta desse jeito.
Vida à toa.
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
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