segunda-feira, 8 de outubro de 2007

literindo-se (ou derretendo palavras em vãos)



Entendo o que tentas me dizer

equilibrando-se em meio aos ruídos

que saem da tua boca

Quando foi que isto,

finalmente,

veio te marcar efeitos?

Rio de ti quando não estas

e disso não sabes

É quando jorras:

Des

fa

zem-

se

alegorias

.

É quando te sinto mais intenso

Acho-te tão alongado..

com as tuas milhas demoras

Assim, te faço risível,

embora não estejas acostumado a rir

Sei, te suponho

Te consomes nesta crença

E Nada se pode dizer pleno

É o único que te escapas

Esboças um semblante sincero

cada vez que tentas

Disso gosto,

teamo-te.

Quando ruborizas percebes,

que disse a-mais

Porque?

Quando Isto é tão e tudo

Já em ti, nada tem a dizer

Acontece:

Por um momento

breve de tão,

quase que negativo

Acredito que tu possas me dizer;

ipsiliteris

terilipsisi

ilipsisteri

sisterilipi

Na boca dela,

.

em

vão

.

Assim mesmo.

...............................................................

Nenhum comentário: